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Varieties of Clinical Trajectories in ADHD and Neuropsychology

This workshop is divided into three sections: first a review of Attention Deficit Hyperactivity Disorder (ADHD) as a non-stable condition emerging often in childhood but with De Novo cases in adolescence and adulthood. Part two is a review of non-pharmacological interventions. Part three of the workshop reviews the meta-analytic data on pharmacological interventions. 

ADHD is not a stable condition: fluctuations in symptomatology occur during childhood, adolescence, persist or remit in adulthood and can emerge de novo in adulthood. Current research differentiates normal development, subthreshold, syndromatic and persistent ADHD. Early longitudinal studies should that in childhood, subthreshold cases had both cognitive and clinically significant conditions. This research identified hyperactivity and impulsivity as declining in severity with time, whereas inattention persisted as a key component in the clinical picture.  In the last decade, using longitudinal designs, subthreshold cases have emerged as having severe psychopathology, similar to that of persistent ADHD individuals. Further, cognitive impairments have been observed in both those with remission, subthreshold and persistent ADHD. Additional studies have demonstrated that syndromatic symptom fluctuation could occur but that neuropsychological measures continued to show deficits and has been considered a trait or structural feature of the disorder. 

Given the above degrees and changes in the development of ADHD, it is clear that it would be unlikely that one treatment would produce significant modulation of the disorder. Consequently, clinicians need to be aware of the current state of the art of treating ADHD both non-pharmacologically and pharmacologically. In both Part 2 and Part 3 of the workshop, there will be presented, as far as possible, meta-analytic findings. Part 2 will consider, among others, such interventions as Cognitive Behaviour Therapy, Computer assisted interventions, mindfulness, physical exercise. The pharmacological section will deal with methylphenidate and other available pharmacotherapies. 

It will be concluded that multi-therapeutic interventions are required, since ADHD is associated with a variety of clinical manifestations and cognitive deficits that are not met by a single currently available intervention. 

Variedade na Trajetória Clinica da PHDA e Neuropsicologia

Este workshop é dividido em três secções: primeiro, uma revisão da Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção, (PHDA) como uma condição não estável que surge frequentemente na infância, mas com casos  “De Novo” na adolescência e na idade adulta. A segunda parte é uma revisão das intervenções não farmacológicas. A terceira parte do workshop analisa os dados meta-analíticos sobre as intervenções farmacológicas. 

A PHDA não é uma doença estável: flutuações na sintomatologia ocorrem durante a infância, adolescência, persistem ou remitem na idade adulta e podem surgir de novo na idade adulta. A pesquisa atual diferencia o desenvolvimento normal, a PHDA subliminar, sindromática e persistente. Os primeiros estudos longitudinais mostram que, na infância, os casos subliminares se associam quer a problemas cognitivos, quer a problemas clinicamente significativos. Esta pesquisa identificou uma redução na gravidade da hiperatividade e impulsividade, com o tempo, enquanto a desatenção persistiu como uma componente chave no quadro clínico. Na última década, usando avaliações longitudinais, casos subliminares surgiram como tendo psicopatologia grave, semelhante à de indivíduos com PHDA persistente. Além disso, problemas cognitivos foram observados quer nos que apresentaram remissão, quer na PHDA subliminar, quer na persistente. Estudos adicionais demonstraram que a flutuação dos sintomas nucleares poderiam ocorrer, mas que as avaliações neuropsicológicas continuaram a mostrar déficits que foram consideradas um traço ou característica estrutural desta perturbação. 

Considerando os diferentes graus e alterações no desenvolvimento na PHDA, é claro que seria improvável que um tratamento produzisse uma modulação significativa desta perturbação. Conseqüentemente, os médicos precisam estar cientes do estado da arte atual no tratamento da PHDA, tanto não farmacológica quanto farmacológica. 

Quer na Parte 2 quanto na Parte 3 do workshop, serão apresentados, na medida do possível, resultados meta-analíticos. A Parte 2 irá considerar, entre outras, intervenções como terapia cognitivo-comportamental, intervenções assistidas por computador, mindfulness, exercícios físicos. A secção farmacológica tratará de diferentes farmacoterapias disponíveis. 

Concluiremos que intervenções multiterapêuticas são necessárias, uma vez que a PHDA está associada a uma variedade de manifestações clínicas e déficits cognitivos que não respondem a uma única intervenção atualmente disponível.

Joseph A. Sergeant | Professor Emérito da Universidade de Amesterdão

O professor Joseph Sergeant iniciou a investigação sobre os problemas de atenção em crianças hiperativas em 1975 em Groningen, Holanda e, a partir de 1985, foi professor catedrático de psicologia clínica na Universidade de Amsterdão. Em 1999, mudou-se para a Universidade Vrije, em Amsterdão, para criar um novo departamento de Neuropsicologia Clínica, do qual era professor e presidente. Neste período, o Professor Sergeant fundou um dos maiores projetos de investigação neuropsicológica em adultos com PHDA.

Atualmente é Professor Emérito de Neuropsicologia Clínica. Em 1987, ele fundou a Rede Europeia de Perturbação Hipercinética (Eunethydis), que se desenvolveu como uma rede fundamental de formação e treino para psiquiatras infantis, psiquiatras, neurologistas, neuropediatras pediatras do desenvolvimento e psicólogos. O Professor Sergeant passou a presidência da Eunethydis ao Professor Tobias Banaschewski em janeiro de 2015.

Sob a presidência do Professor Sergeant, a Eunethydis  expandiu o seu campo de ação passando a desenvolver atividade relacionada com o problema emergente da PHDA no adulto e criando um grupo de trabalho: European ADHD Guidelines Group (EAGG) do qual o professor Sergeant é o presidente. O EAGG tem produzido várias guidelines para o tratamento da PHDA e apoiado cientificamente o desenvolvimento de várias meta-análises recentes sobre intervenções não farmacológicas e intervenção na PHDA do adulto.

O  Professor Sergeant publicou mais de 300 artigos em revistas científicas e é organizador e preletor convidado nas principais reuniões cientificas sobre PHDA, a nível mundial.

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